Arquivo de abril de 2010
Sniper em Airsoft
Snipers no airsoft
Ao longo dos anos os snipers sempre tiveram uma certa mística e inspiraram temor nos seus adversários em campo de batalha primordialmente pelas diversas funções que desempenham e furtividade inerente aos seus diversos usos.
O que é um sniper?
Os militares definem como sendo um soldado de elite que efetua disparos de precisão e mirados sobre alvos, mestre na camuflagem e furtividade usado para missões de recolha de inteligência, reconhecimento e destruição/eliminação de alvos estratégicos ou táticos.
Características de um sniper
Um sniper deverá ser uma pessoa calma, com uma mente estratégica, boa visão e avaliação de cenário, mas acima de tudo deve ser adaptável.
Equipamentos básicos de um sniper
- Óculos de proteção
- Radio
- Laringofone (microfone de garganta) ou então microfone de ouvido estilo Bowman
- Mochila de hidratação
- Bolsa para carregar comida, munição e carregadores extras para a sua arma
- Botas boas e confortáveis
- Arma
- Mira
- Monóculo ou binóculos (se não possuir “spotter” do qual falarei mais tarde)
- Arma de apoio (se não possuir “spotter”)
- Boa faca
- Um Ghillie (falarei sobre ele mais tarde também na parte de camuflagem)
- Mapa do terreno
Armas de sniper
A pura arma de sniper de airsoft será uma arma springer (de mola) com ferrolho.
Muita gente discute se as DMRs (Designated Marksman Rifle) elétricas também não são armas de sniper.
A meu ver uma arma elétrica perde o sentido de ser arma de sniper pois possui maior cadência de tiro do que uma springer. Aqui aplica-se a meu ver a famosa frase “One shot, one kill” ou traduzindo “um tiro, uma morte”.
Analisando bem, armas springer de sniper possuem diversas vantagens. Uma vez que o sniper geralmente anda sozinho e isolado das outras equipes de combate, ele deve ser independente. Assim sendo, uma arma que não dependa de bateria é essencial pois vai garantir a continuidade em jogo e total eficiência para a sua função. Outro fator é que as armas springer são bem mais silenciosas: creio que neste ponto não preciso nem comentar mais. Por outro lado, devido ao menor poder de fogo, você vai ser obrigado a poupar os seus tiros e também por isto será menor a possibilidade de você se colocar numa posição que terá que enfrentar uma força bem maior que você seja em número de pessoas como em poder de fogo.
Pela minha experiência devo dizer que uma morte com uma sniper springer é muito mais gratificante do que 10 mortes com uma arma automática.
Estilos de jogo
Cada sniper possui o seu estilo de jogo. Muitos preferem andar sozinhos, afastados geralmente da restante força de combate e nestes casos usados para recolha de informações sobre adversário, possivelmente criando emboscadas em operadores isolados ou pequenos grupos de 2 ou 3 jogadores ou simplesmente adquirindo posição de observação, diversão e ou cobertura para os seus parceiros.
Outros snipers andam acompanhados de Spotters. Um spotter nada mais é que um outro jogador, que porta também uma arma de sniper ou mais freqüentemente uma arma elétrica/automática. A função do spotter é de fornecer cobertura e apoio ao sniper e ajudar a avaliar informações e recolha de inteligência. O uso do spotter ajuda a compensar um pouco a falta de poder de fogo do sniper e facilita a extração de ambos em caso de emergência. (regra do “um é pouco, dois é bom e três é demais”).
Ainda existem os snipers que andam em conjunto com a grande força de combate aqui fornecendo duas funções: ou função de reconhecimento andando um pouco adiantado da força maior ou função de cobertura ficando na retaguarda e efetuando tiros de precisão no adversário.
Camuflagem
Um bom sniper deve saber dominar os seguintes elementos: forma, som, silhueta, sombra e movimento.
O olho consegue captar muito bem a silhueta humana mesmo quando bem camuflado então este é um ponto bem importante. Na hora de se movimentar, o som dos seus passos, galhos ou vidros que pisa podem alertar o seu adversário. Deve-se ter também cuidado sempre com a projeção da sua sombra pela razão apontada para a silhueta.
Quanto a silhueta e forma, um bom ghillie é a melhor opção para reduzir drasticamente estes riscos uma vez que ele quebra a silhueta humana e deixa mais difícil de ser enxergado. Você também se deve manter sempre sob cobertura, seja próximo a árvores, buracos ou encostas.
No que se refere a movimentação, evite grandes deslocamentos. Se estiver deitado mexa-se bem devagar. Se estiver rastejando numa área de grama alta movimente-se na direção do vento para ajudar a cobrir o seu deslocamento.
O Ghillie
Ghillie é uma roupa que serve para quebrar a silhueta humana e evitar ser detectado. É geralmente feito com uma rede de pesca ou outra semelhante com tiras de juta ou material sintético para cobrir a rede e disfarçar o seu corpo. A parte que deve ser mais coberta num ghillie é o triângulo formado entre o topo da sua cabeça e os seus ombros. A camuflagem aqui deve ser densa para disfarçar a forma humana e este é um dos fatores mais decisivos entre um bom ghillie e uma simples roupa com alguma camuflagem.
Devem ser também incorporados no ghillie sempre que possível elementos da vegetação ou ambiente que o circula: galhos, folhas, ervas, etc. Isto trará maior efetividade à sua camuflagem.
Existem relatos de gente usando ghillie e adversários passando a poucos centímetros deles sem serem detectados.
Uma cobertura para a sua arma semelhante ao ghillie também é aconselhável além de pintura da arma de acordo com o ambiente de jogo.
Dicas para o novo sniper
Não sou um sniper experiente, mas dentro da minha pouca experiência posso deixar algumas dicas:
- Conheça o seu terreno de jogo mesmo antes de chegar nele. Recolha informações com os organizadores, pesquise no google maps ou outro site de mapas como é o terreno, marque pontos de interesse estratégico e tente descobrir os melhores caminhos de inserção e extração.
- Ao chegar no terreno, se for possível explore um pouco do terreno e desde logo avalie pontos de inserção e extração, adapte seus planos e informações iniciais e memorize pontos de referência e pontos de cobertura.
- Nunca menospreze a camuflagem. Ela pode-lhe salvar a vida em jogo.
- Mantenha a sua arma e equipamentos sempre funcionais.
- Sempre leve mantimentos e água para longos períodos de jogo. Como já mencionei, geralmente os snipers andam sozinhos ou em dupla e ficam isolados muito tempo.
- Já em jogo, mantenha a sua calma, espere pelos tiros certos e desloque-se se duvidar da segurança da sua posição. Um sniper nunca deve ficar num único local. Daí que é importante conhecer diversos pontos de tiro com cobertura suficiente.
Não me vou estender muito mais além disto e se tiver alguma dúvida estou à disposição para ajudar no que puder ou souber.
Vinheta
Depois de várias horas tentando a aprender essas coisas de edição de video, saiu uma primeira versão da vinheta do ER.
digam o que acham
Imagens & Fotos Radicais
Se voce, caro leitor, tem fotos radicais, mandem para acsblack@esportesradicais.org.
Se voce, caro leitor, tem fotos radicais, mandem para acsblack@esportesradicais.org.
Armas de airsoft e os seus diferentes usos
Qual ou quais armas devo escolher para airsoft? Qual a melhor combinação?
Estas são perguntas que vemos freqüentemente tanto nos jogadores iniciantes como em simples pesquisas na internet.
Hoje venho falar um pouco então sobre os usos das diversas armas e possíveis combinações delas para cada ambiente de jogo. Apresentarei dentro da minha experiência opiniões pessoais e sugestões que podem ser seguidas caso o leitor encontre nelas uma afinidade ou sentido dentro do seu estilo de jogo ou entendimento.
As armas de airsoft (armas de pressão) são divididas em diversas categorias: pistolas, submetrelhadoras, assalto, rifle, suporte e sniper.
Como já mencionei no meu primeiro post sobre airsoft, existem também diferentes ambientes de jogo: mato, CQB (combate urbano ou em ambiente confinado) ou até mesmo uma mistura dos dois.
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Kart – mais velocidade
“Único monoposto que se aproxima de um F-1 é o Kart” – Ayrton Senna
Como estamos nos aproximando de um campeonato entre amigos de Kart, resolvi escrever rapidamente sobre ele.
karting é uma variante das corridas de velocidade automobilisticas, com veículos simples (karts), de quatro rodas, micro-monopostos e com de motores de dois ou quatro tempos, podem ser refrigerados a água ou a ar. Têm estrutura tubular e pesa em torno de 70 e 150 quilos, dependendo do modelo.
Muitas vezes são dirigidos por diversão, sem necessariamente ser profissional (como é nosso caso) . Normalmente é reconhecido como a porta de entrada para outras formas de automobilismo, se for levado a sério, é um esportes caro e complicado. São mundialmente conhecidos por “moldarem” pilotos de destaque em categorias internacionais, como Ayrton Senna, Alain Prost, Michael Schumacher e muitos outros.
Para quem vai pro lado profissional, existem categorias oficiais no Brasil.:
Seis anos é a idade mínima para ingressar no karting
Mirim (PMK) – Para pilotos com idade entre 6 e 8 anos
Cadete (PCK) – Para pilotos com idade entre 8 e 11 anos
Junior Menor (PJMK) – Para pilotos com idade entre 10 e 13 anos
Junior (PJK) – Para pilotos com idade entre 12 e 14 anos
Novato (PK) – Para pilotos iniciantes no kart e com mais de 14 anos de idade
Graduado B (PGKB) – Para pilotos com mais de 14 anos promovidos das categorias PJ, PK, ou com diploma obtido em escola de kart reconhecida pela CBA
Graduado A (PGKA) – Para pilotos promovidos da PGKB
Senior B (PSKB) – Para pilotos com idade mínima de 25 anos
Senior A (PSKA) – Para pilotos PGKB, ou PGKA que atingiram a idade mínima de 25 anos, ou promovidos da PSKB
Super Senior (PSSK) – Para pilotos com mais de 40 anos de idade
Parakart
Uma coisa que achei interessente é o Parakart é a única prova de karting de nível amador reservado as pessoas deficientes. A primeira e única edição foi realizada em Outubro 2002, no circuito de Almancil (Algarve). Devido a participação de 24 pilotos oriundos de 9 países diferentes, atingiu dimensões internacionais. Foi alvo de varias reportagens televisivas, artigos em jornais e tema de um livro.
Devido as dificuldades de realização e falta de apoios, não houve, mais nenhuma realização , o que acho bem negativo.Mas no Brasil porém, a categoria encontra-se em crescimento com incentivos de empresas e empresários. O campeonato oficial foi disputado em 2009 no Kartódromo Internacional Granja Viana, e aproximadamente 20 pilotos participaram.
Let’s Race…
Campeonato de Kart
Atualização da 1ª etapa:
Estão atualizados os pontos:
Deixei em rosa o pessoal que correu, e a principio não estão no campeonato,
mas se a situação mudar eu altero, vou ficar com o histórico.
Considerei a menor pontuação da corrida pro Daniel, pois não terminar a mesma foi culpa
do kartodromo e não dele.
verde: poli position
azul: fast lap
2° Etapa – 16/05 com ínicio às 16:30 no Kartodromo de São José dos Pinhais
1° Etapa – 11/04 com ínicio às 17:30 no Kartodromo de São José dos Pinhais
| Pilotos | Etapa 1 | Etapa 2 | Etapa 3 | Etapa 4 | Etapa 5 | Etapa 6 | Etapa 7 | Etapa 8 | Total |
| Gabriel | 25+1 | - | - | - | - | - | - | - | 26 |
| Boito | 18 | - | - | - | - | - | - | - | 18 |
| Juliano | 15 | - | - | - | - | - | - | - | 15 |
| Leo Fachini | 12 | - | - | - | - | - | - | - | 12 |
| AC | 10 | - | - | - | - | - | - | - | 10 |
| Helio | 8+1 | - | - | - | - | - | - | - | 9 |
| J.J. | 6 | - | - | - | - | - | - | - | 6 |
| Karina | 4 | - | - | - | - | - | - | - | 4 |
| Diego | 2 | - | - | - | - | - | - | - | 2 |
| Leo Leite | 1 | - | - | - | - | - | - | - | 1 |
| Zardo | 1 | - | - | - | - | - | - | - | 1 |
| Roberval | 1 | - | - | - | - | - | - | - | 1 |
| Daniel | 1 | - | - | - | - | - | - | - | 1 |
| Fabrizio | WO | - | - | - | - | - | - | - | 0 |
| Chicão | WO | - | - | - | - | - | - | - | 0 |
| Leo Saraiva | WO | - | - | - | - | - | - | - | 0 |
Modalidades do paraquedismo
Vamos continuar falando sobre como é estar no céu, pesquisando de várias fontes e um pouco do meu conhecimento, descrevo a vocês, queridos leitores, um pouco mais sobre a arte de cair dos céus:
Precisão:
Esta é a mais antiga modalidade do pára-quedismo. É praticada com o velame aberto e o objetivo é atingir uma “mosca” no centro de um alvo
determinado com 2,5 centímetros de raio. O alvo oficial de pára-quedismo tem 25 metros de raio, sendo os primeiros 10 metros centrais de areia e os 15 metros periféricos de seixo rolado. Atualmente os alvos modernos possuem marcação eletrônica na área próxima a mosca, facilitando e dando maior precisão nas marcações. Após o surgimento dos pára-quedas retangulares, com maior manobrabilidade do velame, as marcas de pouso desta modalidade caíram de dezenas de metros no inicio dos anos 40 para menos de meio metro nos campeonatos atuais. Durante as competições mundiais poucos atletas fazem marcas superiores a 15 cm, alguns deles costumam fazer sucessivas moscas seguidas, desempatando com diferenças menores que 5 centímetros ao final de vários saltos. Estas competições em geral são bastante emocionantes.
Estilo:
Junto com a “Precisão” compõe as provas do “Pára-quedismo Clássico”. Em geral as provas clássicas são mais praticadas nas competições militares, uma vez que a precisão dos saltos é fundamental para a atuação das tropas de elite de qualquer força. O “Estilo” é uma prova bastante técnica e realizada em queda livre. O atleta abandona a aeronave a sete mil pés de altura e face ao solo inicia uma seqüência de manobras com quatro curvas de 360 º para ambos os lados e dois loopings. Conhecida como “série de estilo” esta seqüência de manobras é registrada por uma câmera de solo possibilitando o julgamento do atleta. O tempo que se demora a efetuar a série é registrado e os erros dos giros são transformados em acréscimo de segundos. Ganha quem alcançar a menor média de tempo para fazer às seqüências completas. No “Estilo” é necessário muita concentração, as disputas são bem acirradas pelos décimos de segundo.
Trabalho Relativo de Velame:
Modalidade também praticada com o velame aberto, onde conta a perícia de pilotagem dos pára-quedas. O objetivo é reunir a equipe durante o
vôo e construir o maior número de figuras no menor tempo possível. A competição pode ser feita com um pool de figuras sorteadas, quando se repetem as seqüências estabelecidas pelo sorteio ou, por “rotação”, quando a figura é a mesma e revezam-se somente as posições dos atletas mantendo a figura original. Em ambos os casos o número de figuras ou pontos são observados e válidos dentro de um determinado período de tempo, ganhando a prova quem fizer o maior número de pontos. A beleza dos diversos velames voando juntos nestes saltos é indescritível.
Formação em Queda Livre – FQL:
Esta é a modalidade mais praticada e competitiva do pára-quedismo, reúne um grande número de adeptos por exigir uma técnica apuradíssima
dos fundamentos necessários para o vôo do corpo em queda livre. Esta modalidade objetiva a formação do maior número de figuras no menor tempo possível. As seqüências das figuras também são sorteadas e executadas por times de 4, 8 ou 16 pára-quedistas. Todos os times têm um “Camaraman” que registra o salto e entrega as imagens aos juizes das provas. Estes contam o número de figuras conseguidas dentro de um determinado tempo e as transformam em pontos, que somados ao final da competição determinam o time vencedor. Aqui, o desafio dos saltos garantem a adrenalina.
Freestyle:
Esta modalidade nasceu com a evolução das habilidades e conhecimentos das técnicas da queda livre. Os atletas saltam em duplas optando por um tipo de queda livre em que o controle dos giros e das posições dão origem a seqüências similares as da ginástica acrobática ou olímpica e dos saltos ornamentais. Equilibrar-se e ter controle nas mais variadas posições do corpo exigem bastante treinamento. O uso do vídeo também esta presente nesta modalidade, mas agora não somente para registrar um salto para julgamento, mas sim para o “camaraman” interagir com o “freeflyer” na seqüência de manobras sendo também julgado pela qualidade artística da filmagem. O “freestyle” é um maravilhoso ballet aéreo.
Freefly:
É a mais nova modalidade do pára-quedismo. A queda livre é feita de todas as formas, as manobras básicas são sentadas, em pé e de cabeça para
baixo (“head dow”). Nos times de “Freefly”, formado por três atletas, o vídeo aparece novamente e também conta no julgamento. Apesar de nova, esta modalidade já atraiu muitos adeptos pela descontração e alegria dos saltos, que são sempre muito divertidos.
Skysurf:
Inventado pelo francês Patrick Degaerdon ao final dos anos 80, o “Skysurf “ é semelhante ao “Freestyle” e também é praticado em dupla com um “camaramam”. A prancha dá muita emoção aos saltos, permite manobras originais e possibilita giros bem mais rápidos, fazendo do surf no ar uma modalidade fascinante. A maior e mais famosa competição do “Skysurf” acontece anualmente no “Extreme Games”, a olimpíadas dos esportes de ação. Aqui a interação entre o “skysurfer” e o “camaramam” é de vital importância para as duplas.
Cross Country:
Esta é uma modalidade normalmente praticada em dias de vento forte com o objetivo de cobrir a maior distância possível com o pára-quedas
aberto. O salto é feito com vento de cauda (empurrando o pára-quedista) e o segredo está no cálculo correto do PS (ponto de saída da aeronave). Entram nas variantes deste cálculo a altitude da aeronave, a velocidade do vento, o planeio do velame e peso do atleta. Dependendo do vento no “Cross Country” é possível percorrer dezenas de quilômetros e ainda atingir o alvo, ou seja, saltar em uma cidade e chegar em outra por exemplo.
Wing Fly:
Nesta modalidade o grande atrativo é a velocidade horizontal, o objetivo aqui é curtir muito o vôo percorrendo a maior distância possível em queda livre. Para que isso seja possível, os saltos são praticados com macacões próprios para possibilitar este deslocamento, possuem asas que se inflam com o vento entre os braços e o tronco e entre as pernas. Esta grande área permite os deslocamentos verticais de até 160 quilômetros por hora com uma razão bem menor de descida, o que faz a queda livre chagar a quase dois minutos. Por ser a modalidade mais nova do pára-quedismo, ainda é a menos praticada no Brasil, mas promete pegar pela grande emoção descrita pelos que já experimentaram.
Salto Duplo ou Tandem:
Esta é a maneira mais fácil de conhecer o pára-quedismo. Qualquer pessoa pode desfrutar dos prazeres da queda livre caindo na carona de um experiente pára-quedista por 45 segundos. O salto é extremamente seguro, dispensa o curso e após um rápido briefing o passageiro já pode voar. Para os iniciantes do pára-quedismo, o salto duplo pode ser um excelente meio de adaptação funcionando como o começo de uma progressão no esporte.
Existem outras, mas por enquanto esta bom né?
adrenaline, just adrenaline.













