Campeonato de Kart

Atualização da 1ª etapa:

Estão atualizados os pontos:
Deixei em rosa o pessoal que correu, e a principio não estão no campeonato,
mas se a situação mudar eu altero, vou ficar com o histórico.

Considerei a menor pontuação da corrida pro Daniel, pois não terminar a mesma foi culpa
do kartodromo e não dele.

verde: poli position
azul: fast lap

2° Etapa – 16/05 com ínicio às 16:30 no Kartodromo de São José dos Pinhais
1° Etapa – 11/04 com ínicio às 17:30 no Kartodromo de São José dos Pinhais

Pilotos Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Etapa 6 Etapa 7 Etapa 8 Total
Gabriel 25+1 - - - - - - - 26
Boito 18 - - - - - - - 18
Juliano 15 - - - - - - - 15
Leo Fachini 12 - - - - - - - 12
AC 10 - - - - - - - 10
Helio 8+1 - - - - - - - 9
J.J. 6 - - - - - - - 6
Karina 4 - - - - - - - 4
Diego 2 - - - - - - - 2
Leo Leite 1 - - - - - - - 1
Zardo 1 - - - - - - - 1
Roberval 1 - - - - - - - 1
Daniel 1 - - - - - - - 1
Fabrizio WO - - - - - - - 0
Chicão WO - - - - - - - 0
Leo Saraiva WO - - - - - - - 0

Modalidades do paraquedismo

Vamos continuar falando sobre como é estar no céu, pesquisando de várias fontes e um pouco do meu conhecimento, descrevo a vocês, queridos leitores, um pouco mais sobre a arte de cair dos céus:

Precisão:
Esta é a mais antiga modalidade do pára-quedismo. É praticada com o velame aberto e o objetivo é atingir uma “mosca” no centro de um alvo determinado com 2,5 centímetros de raio. O alvo oficial de pára-quedismo tem 25 metros de raio, sendo os primeiros 10 metros centrais de areia e os 15 metros periféricos de seixo rolado. Atualmente os alvos modernos possuem marcação eletrônica na área próxima a mosca, facilitando e dando maior precisão nas marcações. Após o surgimento dos pára-quedas retangulares, com maior manobrabilidade do velame, as marcas de pouso desta modalidade caíram de dezenas de metros no inicio dos anos 40 para menos de meio metro nos campeonatos atuais. Durante as competições mundiais poucos atletas fazem marcas superiores a 15 cm, alguns deles costumam fazer sucessivas moscas seguidas, desempatando com diferenças menores que 5 centímetros ao final de vários saltos. Estas competições em geral são bastante emocionantes.

Estilo:
Junto com a “Precisão” compõe as provas do “Pára-quedismo Clássico”. Em geral as provas clássicas são mais praticadas nas competições militares, uma vez que a precisão dos saltos é fundamental para a atuação das tropas de elite de qualquer força. O “Estilo” é uma prova bastante técnica e realizada em queda livre. O atleta abandona a aeronave a sete mil pés de altura e face ao solo inicia uma seqüência de manobras com quatro curvas de 360 º para ambos os lados e dois loopings. Conhecida como “série de estilo” esta seqüência de manobras é registrada por uma câmera de solo possibilitando o julgamento do atleta. O tempo que se demora a efetuar a série é registrado e os erros dos giros são transformados em acréscimo de segundos. Ganha quem alcançar a menor média de tempo para fazer às seqüências completas. No “Estilo” é necessário muita concentração, as disputas são bem acirradas pelos décimos de segundo.

Trabalho Relativo de Velame:
Modalidade também praticada com o velame aberto, onde conta a perícia de pilotagem dos pára-quedas. O objetivo é reunir a equipe durante o vôo e construir o maior número de figuras no menor tempo possível. A competição pode ser feita com um pool de figuras sorteadas, quando se repetem as seqüências estabelecidas pelo sorteio ou, por “rotação”, quando a figura é a mesma e revezam-se somente as posições dos atletas mantendo a figura original. Em ambos os casos o número de figuras ou pontos são observados e válidos dentro de um determinado período de tempo, ganhando a prova quem fizer o maior número de pontos. A beleza dos diversos velames voando juntos nestes saltos é indescritível.

Formação em Queda Livre – FQL:
Esta é a modalidade mais praticada e competitiva do pára-quedismo, reúne um grande número de adeptos por exigir uma técnica apuradíssima dos fundamentos necessários para o vôo do corpo em queda livre. Esta modalidade objetiva a formação do maior número de figuras no menor tempo possível. As seqüências das figuras também são sorteadas e executadas por times de 4, 8 ou 16 pára-quedistas. Todos os times têm um “Camaraman” que registra o salto e entrega as imagens aos juizes das provas. Estes contam o número de figuras conseguidas dentro de um determinado tempo e as transformam em pontos, que somados ao final da competição determinam o time vencedor. Aqui, o desafio dos saltos garantem a adrenalina.

Freestyle:
Esta modalidade nasceu com a evolução das habilidades e conhecimentos das técnicas da queda livre. Os atletas saltam em duplas optando por um tipo de queda livre em que o controle dos giros e das posições dão origem a seqüências similares as da ginástica acrobática ou olímpica e dos saltos ornamentais. Equilibrar-se e ter controle nas mais variadas posições do corpo exigem bastante treinamento. O uso do vídeo também esta presente nesta modalidade, mas agora não somente para registrar um salto para julgamento, mas sim para o “camaraman” interagir com o “freeflyer” na seqüência de manobras sendo também julgado pela qualidade artística da filmagem. O “freestyle” é um maravilhoso ballet aéreo.

Freefly:
É a mais nova modalidade do pára-quedismo. A queda livre é feita de todas as formas, as manobras básicas são sentadas, em pé e de cabeça para baixo (“head dow”). Nos times de “Freefly”, formado por três atletas, o vídeo aparece novamente e também conta no julgamento. Apesar de nova, esta modalidade já atraiu muitos adeptos pela descontração e alegria dos saltos, que são sempre muito divertidos.

Skysurf:
Inventado pelo francês Patrick Degaerdon ao final dos anos 80, o “Skysurf “ é semelhante ao “Freestyle” e também é praticado em dupla com um “camaramam”. A prancha dá muita emoção aos saltos, permite manobras originais e possibilita giros bem mais rápidos, fazendo do surf no ar uma modalidade fascinante. A maior e mais famosa competição do “Skysurf” acontece anualmente no “Extreme Games”, a olimpíadas dos esportes de ação. Aqui a interação entre o “skysurfer” e o “camaramam” é de vital importância para as duplas.

Cross Country:
Esta é uma modalidade normalmente praticada em dias de vento forte com o objetivo de cobrir a maior distância possível com o pára-quedas aberto. O salto é feito com vento de cauda (empurrando o pára-quedista) e o segredo está no cálculo correto do PS (ponto de saída da aeronave). Entram nas variantes deste cálculo a altitude da aeronave, a velocidade do vento, o planeio do velame e peso do atleta. Dependendo do vento no “Cross Country” é possível percorrer dezenas de quilômetros e ainda atingir o alvo, ou seja, saltar em uma cidade e chegar em outra por exemplo.

Wing Fly:
Nesta modalidade o grande atrativo é a velocidade horizontal, o objetivo aqui é curtir muito o vôo percorrendo a maior distância possível em queda livre. Para que isso seja possível, os saltos são praticados com macacões próprios para possibilitar este deslocamento, possuem asas que se inflam com o vento entre os braços e o tronco e entre as pernas. Esta grande área permite os deslocamentos verticais de até 160 quilômetros por hora com uma razão bem menor de descida, o que faz a queda livre chagar a quase dois minutos. Por ser a modalidade mais nova do pára-quedismo, ainda é a menos praticada no Brasil, mas promete pegar pela grande emoção descrita pelos que já experimentaram.

Salto Duplo ou Tandem:
Esta é a maneira mais fácil de conhecer o pára-quedismo. Qualquer pessoa pode desfrutar dos prazeres da queda livre caindo na carona de um experiente pára-quedista por 45 segundos. O salto é extremamente seguro, dispensa o curso e após um rápido briefing o passageiro já pode voar. Para os iniciantes do pára-quedismo, o salto duplo pode ser um excelente meio de adaptação funcionando como o começo de uma progressão no esporte.

Existem outras, mas por enquanto esta bom né?

adrenaline, just adrenaline.

Buggy Rollin – rodas em todo corpo e muita velocidade

Nos ultimos dias, tenho tentado escrever post’s de sugestões de nossos leitores. O de hoje veio de “radicais” Aline e Andre, do http://atointencao.blogspot.com/ , e é um esporte pra lá de radical e um tanto estranho.

Ele me parece ser recente e por isso só encontrei material em inglês, mas vamos lá tentar falar dele.

Uma roupa que lembra o robocop, com rodinhas por todos (sem exagero nenhum, todos) os lados, ladeiras praticamente verticais, seu corpo a menos de 10cm do chão e velocidades acima de 100 km/h , curtiu?? bem vindo ao Buggy Rollin.

O esporte é praticamente um estudo cientifico, a roupa é desenvolvida a partir de teses e pesquisas sobre o centro de grávidade do ser humano (isso tá ficando cada vez mais doido).

O maluco que inventou isso é o francês Jean-Yves Blondeau, e sua idéia era permitir o deslocamento livre com todas as posições que você possa imaginar.

Não conheço e nem achei praticantes no Brasil, mas creio que não demore para aparecer por aqui, e com certeza vamos experimentar e trazer para vocês nossas impressões, ou quem sabe ganhar alguns ossos quebrados.

Valeu aline pela dica (ela fala mais do esporte em http://atointencao.blogspot.com/2010/03/patinando-de-corpo-inteiro.html) , e se alguem souber mais do esporte, entre em “fale conosco”

adrenaline, just adrenaline.

Street Luge – velocidade rasteira

Aqui o buraco é mais embaixo”

É com essa frase do http://www.rapidoerasteiro.com.br que lhes apresento uma esporte louco de radical: O Street Luge.

Descoberto basicamente pelos “downhill skateboards”, que perceberam que podiam atingir velocidades incriveis deitados em seus skates.Datado de 1975, o esporte nasceu com estruturas variadas, com skates de madeiras (me lembram os rolimãs rs) até os de fibra de vidro. Haviam modelos que cobriam inteiramente o atleta, sendo quase um tipo de foguete (me lembrei do machine man agora, acho que ele usava um desses no seriado).

O Esporte foi apresentado ao mundo em 1990, transmitido pela espn no famoso X games. Hoje o esporte tornou-se mais popular, e existem mais de 1200 praticantes no mundo todo, sendo aproximadamente 50 só no Brasil.

Um esporte potencialmente perigoso, que precisa de itens e regras de segurança. Em eventos oficiais, são obrigatórios:

  1. Capacete de motociclismo
  2. Roupa de couro em uma ou duas peças
  3. Luvas
  4. Tenis resistentes

Os skates podem ser de metal, madeira ou fibra de vidro.

A dica veio de nosso leitor e praticante do esporte Jonathan, que é mantenedor do site http://www.rapidoerasteiro.com.br, onde vocês poderam obter maiores informações sobre esse adrenado esporte.

Adrenaline, just adrenaline.



Paraquedismo AFF – Um modo rápido de virar paraquedista

um modo rápido de estar acima das nuvens”

Continuando nossas explicações sobre paraquedismo (esportes aéreos são minha grande paixão), hoje vou falar sobre outro curso: o A.F.F.

O A.F.F. (Acelerated Free Fall) é o mais rápido e moderno curso da paraquedismo, já no primeiro salto, o aluno está em contato com a queda livre, e com equipamentos de atleta . Esse tipo de curso permite que o aluno tenha maior velocidade de aprendizado no esporte, alcançando em poucos saltos a categoria “A”.

É necessário um curso teórico de 10 horas, sobre todas as técnicas necessárias para a pratica segura do esporte, incluindo o funcionamento do paraquedas, suas partes, posição de queda livre (Box-position), acionamento do paraquedas, pilotagem do paraquedas (navegação) e também todos os procedimentos diante de uma emergência. Passará ainda, por simulações através de equipamentos suspensos horizontal e vertical.

O curso é divido em 7 níveis, cada um com objetivos a serem cumpridos, e cada nível pode ser aprovado com apenas 1 salto. Nos primeiros niveis o atleta salta com 2 instrutores AFF, e conforme sua evolução com apenas 1, até que salte sozinho.

Os saltos se iniciam a 3 mil metros de altura, e sendo o paraquedas comandado a 1.200 , dando ao aluno uma média de 35 segundos de queda livre (isso é muito tempo, acredite).

Objetivos:

  • O Primeiro Salto – “Prática do Comando”:
    Neste salto o aluno faz as simulações do comando do paraquedas durante a queda-livre.
  • O Segundo Salto – “Curvas” :
    Neste salto o aluno aprende a executar curvas para ambos os lados, e ainda movimento a frente.
  • O Terceiro Salto – “Vôo Solo”:
    É o salto em que os dois instrutores irão soltar o aluno pela primeira vez, para voar sozinho. Este é o último salto com dois instrutores.
  • O Quarto Salto – “Curvas de 90 Graus” :
    O aluno faz curvas de 90 Graus para a direita e esquerda voando solto. O instrutor apenas fica próximo ao aluno, auxiliando-o também como uma referência em queda livre.
  • O Quinto Salto – “Curvas de 360 Graus” :
    O aluno faz curvas de 360 Graus para a direita e esquerda voando solto. O instrutor apenas fica próximo ao aluno, auxiliando-o também como uma referência em queda livre.
  • O Sexto Salto – “Saída Solo + Back Loop” :
    O aluno faz a saída solo, back loop (movimento igual a cambalhota) e track (separação horizontal em relação ao instrutor antes do comando real do pára-quedas).
  • O Sétimo Salto – “Meia série” :
    O aluno faz a saída de “mergulho” e inicia uma seqüência de movimentos controlados: Front-loop, back-loop, curvas 360 graus e track. Este nível é chamado de Meia série de estilo.
  • O Oitavo Salto – “Graduação” :
    O aluno faz o PS (Ponto de Saída da aeronave) sem assistência, faz a saída sem o Instrutor a 6.000 pés e comanda o paraquedas a 5.000 pés.

Um jeito prático e rápido para quem quer se tornar um paraquedista, a parte negativa é que um curso de alto investimento, na média, acima de 3 mil reais. Mas para quem puder bancar, vale a o preço.

Acontece Radical

Neste final de semana acontece em São Paulo o Guarapiranga Radical, evento que reunirá quatro esportes radicais em diferentes competições: a Copa Brasileira de Rafting, Competição Paulista de Canoa Havaiana, Desafio de Stand UP Paddle e a abertura da Copa Paulista de Wakeboard.

Todas as provas acontecem na Represa Guarapiranga. O público poderá ver de perto essas modalidades que geralmente são praticadas em locais distantes da capital. Os grandes nomes de cada modalidade estarão presentes.

A Prefeitura de São Paulo já confirmou a presença de Walter Feldman, Secretário de Esportes da Cidade de São Paulo e de Thiago Lobo, Coordenador de Esportes Radicais da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo.

leia na integra aqui : http://360graus.terra.com.br/rafting/default.asp?did=30091&action=news

downhill freeride

Video de uma gurizada que manda muito bem :)

Downhill – Descidas e velocidade com montain bike

“Descer a toda com uma bike”

Downhill é uma modalidade do “montain bike” onde se desce o mais rápido possível um trajeto. Esses trajetos são bastante variados, muito íngremes (alguns quase verticais o.0) e exigem muita técnica e conhecimento da modalidade, possuem muitos obstáculos como galhos, pedras soltas, buracos, raízes, pontes, etc. São pistas extremamente rápidas, chegando a passar dos 90 km/h na bike.

Feitas em morros e montanhas, o desgaste físico é grande em função da concentração exigida, e geralmente, do grande esforço para chegar ao início do trajeto (tudo que desce, um dia subiu hehe).

Pela necessidade de peças muito boas e resistentes, as bicicletas usadas na prática do DH são caras, e pesam em média 20 kg. Para que a descida não se torne suicídio, é preciso ter atenção a alguns ítens na bike:

Quadros: Devem aguentar impactos muito fortes, a probabilidade de queda é grande e o número de saltos e obstáculos são maiores ainda.

Suspensão: O ideal é ter suspensão dianteira e traseira, com recuo mínimo de 180mm, as “pauladas” nos saltos e obstáculos são muito fortes e se a suspensão não for boa, você vai sentir o impacto e a chance  de cair aumenta muito.

Freios : Devem ser a disco com acionamento hidráulico, a pressão exercida sobre eles é alta demais e freios com cabos não são boas opções.

Pneus: Diferem de acordo com o terreno, mas geralmente são largos e com boa aderência.

Cambio: Não existe o câmbio dianteiro. No seu lugar é instalado uma guia de corrente, que tem a missão de manter a transmissão funcionando apesar de todas as trepidações que a pista transmite à bike (wikipédia)

Deve ser observada a geometria e a posição do quadro, para se adaptar ao terreno, ela é mais alta na frente e inclinada atrás, desse modo provavelmente você cai menos.

A segurança do atleta é muito importante também, são usados capacetes com proteão para o queixo e para o pescoço (aqueles parecidos com de moto), joelheiras e caneleiras em conjunto, cotoveleira, proteção nas costas e no peito e óculos (sim, voce fica parecendo um motoqueiro). Mas todos os itens são de extrema importancia dada a periculosidade do esporte.

Seguindo bem estas regras e treinando muito, você pode ter experiencias fantasticas com o DH, em suma, ele é adrenalina pura =)

Se alguem tiver mais informações, e souber de marcas e modelos de bikes e equipamentos bons para DH, é só avisar.

Google maps disponibiliza serviços de rotas para ciclistas.

Pelo que eu entendi, por enquanto serviço esta disponivel apenas para cidades americanas, tentamos traçar uma rota aqui e não funcionou :(

—-

O Google divulgou nesta quarta-feira (10) o lançamento de um novo indicador no Google Maps para caminhos feitos com bicicletas. De acordo com o blog da empresa, agora os usuários poderão escolher as rotas na nova categoria em 150 cidades norte-americanas.

Segundo a empresa, os mapas virtuais mostram as ciclovias que os usuários podem acessar, dependendo da região em que estão. Para encontrar as informações, o internauta precisa apenas escolher a opção “bicycling” (“de bicicleta”, em português) no menu “Get Directions” (“como chegar”, em tradução livre).

A gerente de produtos do Google Maps, Shannon Guymon, explicou no blog que é possível encontrar rotas mais eficientes, encontrar vias sem subidas ou ainda personalizar o caminho. “Isso pode ajudá-lo a ter um senso melhor da rota ou permitir achar trilhas na vizinhança para um passeio de lazer”, afirma.

Para calcular o tempo de viagem, vários fatores foram levados em conta, como o tipo de terreno, piso e a quantidade de curvas do percurso. O usuário pode ainda ter informações sobre ciclovias, clicando na opção “more” e marcar “bicyclig”, onde aparecem linhas que indicam as faixas em cada cidade.

Fonte: http://www.band.com.br

Usando o Iphone como gps

Se você tem um iphone, saiba que pode utiliza-lo como uma ferramenta para se localizar em trilhas e caminhos perdidos por aí.

Testamos um software chamado Motion X, que instalado ao iphone o transforma em um aparelho perfeito de GPS. Ele possui N funções como carregar tracks já definidas, realizar tracks, informa altitute, etc.

Ele também fornece informações sobre o track realizado: velocidade média, velocidade máxima, tempo de deslocamento, tempo de trilha, dentre outras coisas.

Para não ter perigo de quebrar seu iphone, ou ter dificuldade em carrega-lo por aí, existem inúmeros cases para proteção, resistência a água e quedas, alguns podem até prende-lo no braço, ou no  guidão da bike por exemplo.. Como utilizar o gps acaba rapidamente com a bateria, você pode comprar aparelhos de carga, que são cases com pilhas ou baterias, onde cada um fornece em média 2 cargas para o telefone.

Claro que utilizar um GPS mesmo é muito mais útil e seguro, mas se você não quer investir em um aparelho ou saber como se comportam para sua necessidade, o Motion X é uma ótima alternativa.

Óbvio, que não vale a pena comprar um iphone apenas para isso, se for para gastar, compre um gps, que é mais prático.

Outra coisa é não ter muito amor pelo iphone, se você for realizar uma trilha de bike, por exemplo, a chance de tomar um tombo é grande, e sabemos que dependendo da queda, não tem o que proteja seu valioso iphone.

Mas fica a dica. :)

http://news.motionx.com/category/motionx-gps/

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