Posts com a Tag ‘adrenalina’

Fechando o ano radical

Salve radicais,

Infelizmente, 2010 não foi um ano como eu esperava no aspecto radical. Devido a N fatores, tive que deixar tanto minha vida adrenada, quanto esse blog em segundo ou terceiro plano, visitei o céu poucas vezes e curti menos momentos do que eu gostaria.
mas 2011 está aí, e com o ano novo, sempre existem novas esperanças, e a minha é de poder mergulhar fundo nesse mundo que tão bem me faz.

Desejo a todos vocês que acompanham nosso trabalho/prazer, esse que embora tenha sido pequeno, foi importante para nós, um feliz natal e acima de tudo um feliz ano novo, cheio de alegrias, realizações e muita adrenalina, é o que o EsportesRadicais roga a vocês.

E para fechar o ano, um video que mostra pessoas radicais, loucas, aventureiras, que se superam e que sentem, talvez por aquele único momento, talvez sempre, o que é ter o corpo faiscando adrenalina.

Lembrem-se “Aqueles que são considerados loucos por tentar mudar mundo, são os que de fato os fazem” (creditos da frase: extremos)

Adrenaline !!!!

Paraquedismo – uma arte !!!

Paraquedismo é uma arte !!!!

Regata – Uma velejada radical

Se vocês repararem, tirando o surf, eu escrevo pouco sobre esportes radicais nas águas. Isso porque quase não os conheço, mas a convite de um amigo, o Wagner, tive a oportunidade de participar de uma regata, e conhecer como velejar é radical.

Sobre o esporte em si, pedi para o Wagner escrever um post e dicas sobre ele, e futuramente posto por aqui. Dessa vez, vou escrever apenas sobre minha aventura dentro do veleiro.

A regata era uma corrida de veleiros que tinha saída próxima ao porto de Paranaguá e chegada em antonina (PR), acabamos não indo com o barco do Wagner por problemas de logística e maré baixa, e fomos com o veleiro do Herman, que já estava na água. Saimos por volta das 09:15h do yate clube. O tempo até a linha de largada era em torno de 1:30h, e até lá, fui me acostumando com o barco e ouvindo as dicas de ambos.
Os veleiros impressionam tanto pelo tamanho dos barcos, e principalmente quanto ao tamanho das velas. No começo saímos no motor, e após uns 40 min, erguemos as velas. Não tinha muito vento, então foi mais para sentir o barco, até me arrisquei a pilotar um pouco, mas não fui muito feliz hehe. Como não tinha vento mesmo, fomos até a linha de largada no motor, chegando lá nos encontramos com mais veleiros, e fiquei impressionado com duas coisas: a quantidade de modelos diferentes, e a diferença de idade entre as pessoas. Claro que em todos os barcos, haviam navegadores experientes (no meu caso, os dois eram muito, só eu que estava perdido), mas haviam desde crianças de 8/10 anos até clássicos de 70 anos. Demos uma treinada no que seria a minha função que era ajudar na “cambagem” (trocar as velas do barco de lado, para melhor aproveitar o vento), no treino até que não fui mal (era só soltar a corda hahaha), e fomos aguardar a largada. Como não tinha vento nenhum, a largada foi postergada, e acabou acontecendo pouco depois das 13h.
Motores desligados e velas altas, não tinha muito vento e os barcos estavam andando para trás, alguns até soltaram ancoras para não perderem posição, meu pensamento foi “que troço estranho, onde ta o radical??”, mas foi questão de tempo, alguns minutos depois, com o vento mais forte, senti o porque do radical. O barco estava de lado (literalmente) na água, e eu estava do outro lado dele fazendo contra-peso, eu tinha a impressão que o barco ia virar a qualquer momento, lembro de pensar na musica “se esse barco não virar, olé olé olá”. Existia um trajeto definido para a regata, que era demarcado por bóias, onde tínhamos de contornar-las, e quando chegamos próximos delas, começou a ficar mais pauleira, foi a hora da primeira “cambagem”, obvio que eu me enrolei, e deixei a vela enroscar haha, mas o Wagner e o Herman são tranqüilos e relevaram, mas a segunda, estava mais ligado e fiz certinho, era simplesmente impressionante o barco virar de um lado para o outro: as velas mudavam de lado e o barco parecia tombar para o lado, um minuto estávamos como barco de um lado encostando na água, no outro minuto com o outro lado. Olhar os outros barcos fazendo isso também era incrível.
O esporte é extremista, num momento se esta com o barco de lado na água, com o comandante segurando tudo no leme, e o resto cuidando de velas e contra-peso, no outro o barco acalma, fica reto e vai no embalo das ondas e do vento.
Fizemos todo trajeto nessa correria e mudanças de ritmo até chegar em antonina. Tinham barcos com 1 tripulante só, que até agora não entendo como o cara conseguia tocar sozinho, trocando vela, fazendo cambagem e tudo mais, e contra partida barcos com 5 ou 6 pessoas.
A galera é bastante competitiva, e não correm pra brincar não, levam bem a serio o desafio, mas somente na água, pois acabando a regata, todo mundo estava rindo e conversando. O ambiente é muito familiar, o que acaba fazendo pessoas incentivando pais, filhos e netos a curtir a náutica, e transformando o esporte em algo legal para a família toda.
Em antonina, dormimos no barco e pela manhã, as 7h voltamos para Paranaguá. E isso achei perigoso e adrenado.
Estava uma neblina muito forte, e não conseguíamos ver nem 3 metros a frente do barco, estávamos nos guiando basicamente pelo GPS, então o perigo de dar de cara com algum barco de pesca ou obstáculo era alto. Até nos assustamos com um cargueiro que surgiu do nada, simplesmente apareceu. Depois disso, ficamos mais atentos e embora tenham surgido vários barcos, cargueiros e outros veleiros, não tivemos maiores dificuldades. Apenas o frio, que estava judiando.

Enfim, chegamos ao yate club, guardamos o barco do Herman com ajuda dos marinheiros do yate club e demos por encerrada mais uma aventura radical.
Esporte aprovadissimo para o mundo radical e recomendado para quem gosta das águas e dos mares.

Abaixo um vídeo da regata, não estávamos com câmeras para fotos, fico devendo essa.

Adrenalina, sempre !!

Freeride – mais um video

Pessoal,
Ainda sem tempo para atualizar por aqui, então lá vai mais um video de MB.
Mas em breve (espero), estou de volta.

os 10 maiores saltos

Desculpe povo, ainda está complicado para dar a atenção devida aqui,
mas para não deixa-los na mão, segue um vídeo dos 10 maiores e melhores saltos conhecidos.

acho que vi no http://transpirando.com

Vulcão e Montanha

Peço desculpas pela minha ausência, em breve voltarei com novidades no blog.

Enquanto isso, fiquem com um vídeo do vulcão islandês Eyjafjallajökull, feito pelo cinegrafista Sean Stiegemeier.

Fantástico

Iceland, Eyjafjallajökull – May 1st and 2nd, 2010 from Sean Stiegemeier on Vimeo.

Vinheta

Depois de várias horas tentando a aprender essas coisas de edição de video, saiu uma primeira versão da vinheta do ER.

digam o que acham :D

Imagens & Fotos Radicais


Se voce, caro leitor, tem fotos radicais, mandem para acsblack@esportesradicais.org.



Se voce, caro leitor, tem fotos radicais, mandem para acsblack@esportesradicais.org.

Kart – mais velocidade

“Único monoposto que se aproxima de um F-1 é o Kart” – Ayrton Senna

Como estamos nos aproximando de um campeonato entre amigos de Kart, resolvi escrever rapidamente sobre ele.
karting é uma variante das corridas de velocidade automobilisticas, com veículos simples (karts), de quatro rodas, micro-monopostos e com de motores de dois ou quatro tempos, podem ser refrigerados a água ou a ar. Têm estrutura tubular e pesa em torno de 70 e 150 quilos, dependendo do modelo.

Muitas vezes são dirigidos por diversão, sem necessariamente ser profissional (como é nosso caso) . Normalmente é reconhecido como a porta de entrada para outras formas de automobilismo, se for levado a sério, é um esportes caro e complicado. São mundialmente conhecidos por “moldarem” pilotos de destaque em categorias internacionais, como Ayrton Senna, Alain Prost, Michael Schumacher e muitos outros.

Para quem vai pro lado profissional, existem categorias oficiais no Brasil.:

Seis anos é a idade mínima para ingressar no karting
Mirim (PMK) – Para pilotos com idade entre 6 e 8 anos
Cadete (PCK) – Para pilotos com idade entre 8 e 11 anos
Junior Menor (PJMK) – Para pilotos com idade entre 10 e 13 anos
Junior (PJK) – Para pilotos com idade entre 12 e 14 anos
Novato (PK) – Para pilotos iniciantes no kart e com mais de 14 anos de idade
Graduado B (PGKB) – Para pilotos com mais de 14 anos promovidos das categorias PJ, PK, ou com diploma obtido em escola de kart reconhecida pela CBA
Graduado A (PGKA) – Para pilotos promovidos da PGKB
Senior B (PSKB) – Para pilotos com idade mínima de 25 anos
Senior A (PSKA) – Para pilotos PGKB, ou PGKA que atingiram a idade mínima de 25 anos, ou promovidos da PSKB
Super Senior (PSSK) – Para pilotos com mais de 40 anos de idade

Parakart

Uma coisa que achei interessente é o Parakart é a única prova de karting de nível amador reservado as pessoas deficientes. A primeira e única edição foi realizada em Outubro 2002, no circuito de Almancil (Algarve). Devido a participação de 24 pilotos oriundos de 9 países diferentes, atingiu dimensões internacionais. Foi alvo de varias reportagens televisivas, artigos em jornais e tema de um livro.
Devido as dificuldades de realização e falta de apoios, não houve, mais nenhuma realização , o que acho bem negativo.Mas no Brasil porém, a categoria encontra-se em crescimento com incentivos de empresas e empresários. O campeonato oficial foi disputado em 2009 no Kartódromo Internacional Granja Viana, e aproximadamente 20 pilotos participaram.

Let’s Race…

Modalidades do paraquedismo

Vamos continuar falando sobre como é estar no céu, pesquisando de várias fontes e um pouco do meu conhecimento, descrevo a vocês, queridos leitores, um pouco mais sobre a arte de cair dos céus:

Precisão:
Esta é a mais antiga modalidade do pára-quedismo. É praticada com o velame aberto e o objetivo é atingir uma “mosca” no centro de um alvo determinado com 2,5 centímetros de raio. O alvo oficial de pára-quedismo tem 25 metros de raio, sendo os primeiros 10 metros centrais de areia e os 15 metros periféricos de seixo rolado. Atualmente os alvos modernos possuem marcação eletrônica na área próxima a mosca, facilitando e dando maior precisão nas marcações. Após o surgimento dos pára-quedas retangulares, com maior manobrabilidade do velame, as marcas de pouso desta modalidade caíram de dezenas de metros no inicio dos anos 40 para menos de meio metro nos campeonatos atuais. Durante as competições mundiais poucos atletas fazem marcas superiores a 15 cm, alguns deles costumam fazer sucessivas moscas seguidas, desempatando com diferenças menores que 5 centímetros ao final de vários saltos. Estas competições em geral são bastante emocionantes.

Estilo:
Junto com a “Precisão” compõe as provas do “Pára-quedismo Clássico”. Em geral as provas clássicas são mais praticadas nas competições militares, uma vez que a precisão dos saltos é fundamental para a atuação das tropas de elite de qualquer força. O “Estilo” é uma prova bastante técnica e realizada em queda livre. O atleta abandona a aeronave a sete mil pés de altura e face ao solo inicia uma seqüência de manobras com quatro curvas de 360 º para ambos os lados e dois loopings. Conhecida como “série de estilo” esta seqüência de manobras é registrada por uma câmera de solo possibilitando o julgamento do atleta. O tempo que se demora a efetuar a série é registrado e os erros dos giros são transformados em acréscimo de segundos. Ganha quem alcançar a menor média de tempo para fazer às seqüências completas. No “Estilo” é necessário muita concentração, as disputas são bem acirradas pelos décimos de segundo.

Trabalho Relativo de Velame:
Modalidade também praticada com o velame aberto, onde conta a perícia de pilotagem dos pára-quedas. O objetivo é reunir a equipe durante o vôo e construir o maior número de figuras no menor tempo possível. A competição pode ser feita com um pool de figuras sorteadas, quando se repetem as seqüências estabelecidas pelo sorteio ou, por “rotação”, quando a figura é a mesma e revezam-se somente as posições dos atletas mantendo a figura original. Em ambos os casos o número de figuras ou pontos são observados e válidos dentro de um determinado período de tempo, ganhando a prova quem fizer o maior número de pontos. A beleza dos diversos velames voando juntos nestes saltos é indescritível.

Formação em Queda Livre – FQL:
Esta é a modalidade mais praticada e competitiva do pára-quedismo, reúne um grande número de adeptos por exigir uma técnica apuradíssima dos fundamentos necessários para o vôo do corpo em queda livre. Esta modalidade objetiva a formação do maior número de figuras no menor tempo possível. As seqüências das figuras também são sorteadas e executadas por times de 4, 8 ou 16 pára-quedistas. Todos os times têm um “Camaraman” que registra o salto e entrega as imagens aos juizes das provas. Estes contam o número de figuras conseguidas dentro de um determinado tempo e as transformam em pontos, que somados ao final da competição determinam o time vencedor. Aqui, o desafio dos saltos garantem a adrenalina.

Freestyle:
Esta modalidade nasceu com a evolução das habilidades e conhecimentos das técnicas da queda livre. Os atletas saltam em duplas optando por um tipo de queda livre em que o controle dos giros e das posições dão origem a seqüências similares as da ginástica acrobática ou olímpica e dos saltos ornamentais. Equilibrar-se e ter controle nas mais variadas posições do corpo exigem bastante treinamento. O uso do vídeo também esta presente nesta modalidade, mas agora não somente para registrar um salto para julgamento, mas sim para o “camaraman” interagir com o “freeflyer” na seqüência de manobras sendo também julgado pela qualidade artística da filmagem. O “freestyle” é um maravilhoso ballet aéreo.

Freefly:
É a mais nova modalidade do pára-quedismo. A queda livre é feita de todas as formas, as manobras básicas são sentadas, em pé e de cabeça para baixo (“head dow”). Nos times de “Freefly”, formado por três atletas, o vídeo aparece novamente e também conta no julgamento. Apesar de nova, esta modalidade já atraiu muitos adeptos pela descontração e alegria dos saltos, que são sempre muito divertidos.

Skysurf:
Inventado pelo francês Patrick Degaerdon ao final dos anos 80, o “Skysurf “ é semelhante ao “Freestyle” e também é praticado em dupla com um “camaramam”. A prancha dá muita emoção aos saltos, permite manobras originais e possibilita giros bem mais rápidos, fazendo do surf no ar uma modalidade fascinante. A maior e mais famosa competição do “Skysurf” acontece anualmente no “Extreme Games”, a olimpíadas dos esportes de ação. Aqui a interação entre o “skysurfer” e o “camaramam” é de vital importância para as duplas.

Cross Country:
Esta é uma modalidade normalmente praticada em dias de vento forte com o objetivo de cobrir a maior distância possível com o pára-quedas aberto. O salto é feito com vento de cauda (empurrando o pára-quedista) e o segredo está no cálculo correto do PS (ponto de saída da aeronave). Entram nas variantes deste cálculo a altitude da aeronave, a velocidade do vento, o planeio do velame e peso do atleta. Dependendo do vento no “Cross Country” é possível percorrer dezenas de quilômetros e ainda atingir o alvo, ou seja, saltar em uma cidade e chegar em outra por exemplo.

Wing Fly:
Nesta modalidade o grande atrativo é a velocidade horizontal, o objetivo aqui é curtir muito o vôo percorrendo a maior distância possível em queda livre. Para que isso seja possível, os saltos são praticados com macacões próprios para possibilitar este deslocamento, possuem asas que se inflam com o vento entre os braços e o tronco e entre as pernas. Esta grande área permite os deslocamentos verticais de até 160 quilômetros por hora com uma razão bem menor de descida, o que faz a queda livre chagar a quase dois minutos. Por ser a modalidade mais nova do pára-quedismo, ainda é a menos praticada no Brasil, mas promete pegar pela grande emoção descrita pelos que já experimentaram.

Salto Duplo ou Tandem:
Esta é a maneira mais fácil de conhecer o pára-quedismo. Qualquer pessoa pode desfrutar dos prazeres da queda livre caindo na carona de um experiente pára-quedista por 45 segundos. O salto é extremamente seguro, dispensa o curso e após um rápido briefing o passageiro já pode voar. Para os iniciantes do pára-quedismo, o salto duplo pode ser um excelente meio de adaptação funcionando como o começo de uma progressão no esporte.

Existem outras, mas por enquanto esta bom né?

adrenaline, just adrenaline.

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