Posts com a Tag ‘adrenalina’
Buggy Rollin – rodas em todo corpo e muita velocidade
Nos ultimos dias, tenho tentado escrever post’s de sugestões de nossos leitores. O de hoje veio de “radicais” Aline e Andre, do
http://atointencao.blogspot.com/ , e é um esporte pra lá de radical e um tanto estranho.
Ele me parece ser recente e por isso só encontrei material em inglês, mas vamos lá tentar falar dele.
Uma roupa que lembra o robocop, com rodinhas por todos (sem exagero nenhum, todos) os lados, ladeiras praticamente verticais, seu corpo a menos de 10cm do chão e velocidades acima de 100 km/h , curtiu?? bem vindo ao Buggy Rollin.
O esporte é praticamente um estudo cientifico, a roupa é desenvolvida a partir de teses e pesquisas sobre o centro de grávidade do ser humano (isso tá ficando cada vez mais doido).
O maluco que inventou isso é o francês Jean-Yves Blondeau, e sua idéia era permitir o deslocamento livre com todas as posições que você possa imaginar.
Não conheço e nem achei praticantes no Brasil, mas creio que não demore para aparecer por aqui, e com certeza vamos experimentar e trazer
para vocês nossas impressões, ou quem sabe ganhar alguns ossos quebrados.
Valeu aline pela dica (ela fala mais do esporte em http://atointencao.blogspot.com/2010/03/patinando-de-corpo-inteiro.html) , e se alguem souber mais do esporte, entre em “fale conosco”
adrenaline, just adrenaline.
Street Luge – velocidade rasteira
“Aqui o buraco é mais embaixo”
É com essa frase do http://www.rapidoerasteiro.com.br que lhes apresento uma esporte louco de radical: O Street Luge.
Descoberto basicamente pelos “downhill skateboards”, que perceberam que podiam atingir velocidades incriveis deitados em seus skates.Datado de 1975, o esporte nasceu com estruturas variadas, com skates de madeiras (me lembram os rolimãs rs) até os de fibra de vidro. Haviam modelos que cobriam inteiramente o atleta, sendo quase um tipo de foguete (me lembrei do machine man agora, acho que ele usava um desses no seriado).
O Esporte foi apresentado ao mundo em 1990, transmitido pela espn no famoso X games. Hoje o esporte tornou-se mais popular, e existem mais de 1200 praticantes no mundo todo, sendo aproximadamente 50 só no Brasil.
Um esporte potencialmente perigoso, que precisa de itens e regras de segurança. Em eventos oficiais, são obrigatórios:
- Capacete de motociclismo
- Roupa de couro em uma ou duas peças
- Luvas
- Tenis resistentes
Os skates podem ser de metal, madeira ou fibra de vidro.
A dica veio de nosso leitor e praticante do esporte Jonathan, que é mantenedor do site http://www.rapidoerasteiro.com.br, onde vocês poderam obter maiores informações sobre esse adrenado esporte.
Adrenaline, just adrenaline.
Paraquedismo AFF – Um modo rápido de virar paraquedista
“um modo rápido de estar acima das nuvens”
Continuando nossas explicações sobre paraquedismo (esportes aéreos são minha grande paixão), hoje vou falar sobre outro curso: o A.F.F.
O A.F.F. (Acelerated Free Fall) é o mais rápido e moderno curso da paraquedismo, já no primeiro salto, o aluno está em contato com a queda livre, e com equipamentos de atleta . Esse tipo de curso permite que o aluno tenha maior velocidade de aprendizado no esporte, alcançando em poucos saltos a categoria “A”.
É necessário um curso teórico de 10 horas, sobre todas as técnicas necessárias para a pratica segura do esporte, incluindo o funcionamento do paraquedas, suas partes, posição de queda livre (Box-position), acionamento do paraquedas, pilotagem do paraquedas (navegação) e também todos os procedimentos diante de uma emergência. Passará ainda, por simulações através de equipamentos suspensos horizontal e vertical.
O curso é divido em 7 níveis, cada um com objetivos a serem cumpridos, e cada nível pode ser aprovado com apenas 1 salto. Nos primeiros niveis o atleta salta com 2 instrutores AFF, e conforme sua evolução com apenas 1, até que salte sozinho.
Os saltos se iniciam a 3 mil metros de altura, e sendo o paraquedas comandado a 1.200 , dando ao aluno uma média de 35 segundos de queda livre (isso é muito tempo, acredite).
Objetivos:
- O Primeiro Salto – “Prática do Comando”:
Neste salto o aluno faz as simulações do comando do paraquedas durante a queda-livre. - O Segundo Salto – “Curvas” :
Neste salto o aluno aprende a executar curvas para ambos os lados, e ainda movimento a frente. - O Terceiro Salto – “Vôo Solo”:
É o salto em que os dois instrutores irão soltar o aluno pela primeira vez, para voar sozinho. Este é o último salto com dois instrutores. - O Quarto Salto – “Curvas de 90 Graus” :
O aluno faz curvas de 90 Graus para a direita e esquerda voando solto. O instrutor apenas fica próximo ao aluno, auxiliando-o também como uma referência em queda livre. - O Quinto Salto – “Curvas de 360 Graus” :
O aluno faz curvas de 360 Graus para a direita e esquerda voando solto. O instrutor apenas fica próximo ao aluno, auxiliando-o também como uma referência em queda livre. - O Sexto Salto – “Saída Solo + Back Loop” :
O aluno faz a saída solo, back loop (movimento igual a cambalhota) e track (separação horizontal em relação ao instrutor antes do comando real do pára-quedas). - O Sétimo Salto – “Meia série” :
O aluno faz a saída de “mergulho” e inicia uma seqüência de movimentos controlados: Front-loop, back-loop, curvas 360 graus e track. Este nível é chamado de Meia série de estilo. - O Oitavo Salto – “Graduação” :
O aluno faz o PS (Ponto de Saída da aeronave) sem assistência, faz a saída sem o Instrutor a 6.000 pés e comanda o paraquedas a 5.000 pés.
Um jeito prático e rápido para quem quer se tornar um paraquedista, a parte negativa é que um curso de alto investimento, na média, acima de 3 mil reais. Mas para quem puder bancar, vale a o preço.
Acontece Radical
Neste final de semana acontece em São Paulo o Guarapiranga Radical, evento que reunirá quatro esportes radicais em diferentes competições: a Copa Brasileira de Rafting, Competição Paulista de Canoa Havaiana, Desafio de Stand UP Paddle e a abertura da Copa Paulista de Wakeboard.
Todas as provas acontecem na Represa Guarapiranga. O público poderá ver de perto essas modalidades que geralmente são praticadas em locais distantes da capital. Os grandes nomes de cada modalidade estarão presentes.
A Prefeitura de São Paulo já confirmou a presença de Walter Feldman, Secretário de Esportes da Cidade de São Paulo e de Thiago Lobo, Coordenador de Esportes Radicais da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo.
leia na integra aqui : http://360graus.terra.com.br/rafting/default.asp?did=30091&action=news
downhill freeride
Video de uma gurizada que manda muito bem
Downhill – Descidas e velocidade com montain bike
“Descer a toda com uma bike”
Downhill é uma modalidade do “montain bike” onde se desce o mais rápido possível um trajeto. Esses trajetos são bastante variados, muito
íngremes (alguns quase verticais o.0) e exigem muita técnica e conhecimento da modalidade, possuem muitos obstáculos como galhos, pedras soltas, buracos, raízes, pontes, etc. São pistas extremamente rápidas, chegando a passar dos 90 km/h na bike.
Feitas em morros e montanhas, o desgaste físico é grande em função da concentração exigida, e geralmente, do grande esforço para chegar ao início do trajeto (tudo que desce, um dia subiu hehe).
Pela necessidade de peças muito boas e resistentes, as bicicletas usadas na prática do DH são caras, e pesam em média 20 kg. Para que a descida não se torne suicídio, é preciso ter atenção a alguns ítens na bike:
Quadros: Devem aguentar impactos muito fortes, a probabilidade de queda é grande e o número de saltos e obstáculos são maiores ainda.
Suspensão: O ideal é ter suspensão dianteira e traseira, com recuo mínimo de 180mm, as “pauladas” nos saltos e obstáculos são muito fortes e se a suspensão não for boa, você vai sentir o impacto e a chance de cair aumenta muito.
Freios : Devem ser a disco com acionamento hidráulico, a pressão exercida sobre eles é alta demais e freios com cabos não são boas opções.
Pneus: Diferem de acordo com o terreno, mas geralmente são largos e com boa aderência.
Cambio: Não existe o câmbio dianteiro. No seu lugar é instalado uma guia de corrente, que tem a missão de manter a transmissão funcionando apesar de todas as trepidações que a pista transmite à bike (wikipédia)
Deve ser observada a geometria e a posição do quadro, para se adaptar ao terreno, ela é mais alta na frente e inclinada atrás, desse modo provavelmente você cai menos.
A segurança do atleta é muito importante também, são usados capacetes com proteão para o queixo e para o pescoço (aqueles parecidos com de moto), joelheiras e caneleiras em conjunto, cotoveleira, proteção nas costas e no peito e óculos (sim, voce fica parecendo um motoqueiro). Mas todos os itens são de extrema importancia dada a periculosidade do esporte.
Seguindo bem estas regras e treinando muito, você pode ter experiencias fantasticas com o DH, em suma, ele é adrenalina pura =)
Se alguem tiver mais informações, e souber de marcas e modelos de bikes e equipamentos bons para DH, é só avisar.
Caiaque extremo
Vocês provavelmente já viram pessoas passeando de caiaque não é? Principalmente em praias mais calmas, é comum vermos pessoas calmas e pacatas remando de caiaque sem rumo
ou destino, apenas curtindo o visual e uma boa paz marítima.
Mas, obviamente o ser humano que tem por definição ser radical, não se contenta em apenas curtir um passeio, ele quer mais, e percebendo que tinha um instrumento que podia atingir grandes velocidades, e realizar algumas manobras, tratou logo de procurar melhores aplicações para o dito barquinho.
Observando rios com fortes correntezas, pedras e cachoeiras altas, não pensou duas vezes antes de enfiar o caiaque no meio dessas correntezas, usando de uma forte destreza para navegar entre pedras e outros obstáculos, e despencar de cachoeiras, muitas vezes caindo de ponta no final delas, mergulhando e torcendo para subir rápido a superfície.
A essa adrenalina toda, damos o nome de caiaque extremo, uma modalidade do caiaque que podemos dizer extremamente radical e perigosa. É necessário uma grande intimidade com o caiaque para poder descer corredeiras perigosas, ter técnicas para virar e desvira-lo, saber remar , e saber cair, obvio.
Muita coragem e adrenalina para brincar nesse esporte, ainda estou descobrindo coisas sobre ele. Se souberem de algo, já sabem né? Fale conosco
Paraquedismo – Como começar?
Uma das maneiras de se começar a prática de paraquedismo, é realizando o curso A.S.L. (Accelerated Static Line) , um dos mais comuns e utilizado no mundo todo.
O aluno deve fazer um curso téorico que dura de 8 a 12 horas, dependendo da escola, nele são repassadas informações sobre história do pára-quedismo, programa ASL, equipamentoStudent, técnicas de saída de aeronaves, posição de queda livre, navegação, teoria de vôo, meteorologia, panes, anormalidades, bem como todas as informações necessárias para seu desenvolvimento. Após o termino do curso, existe o treinamento pratico em um simulador suspenso. Uma vez aprovado, é hora de ir pro céu.
Em geral na semana seguinte ao curso, o aluno vai para área de salto, onde tem as ultimas instruções e reconhecimento da mesma.
Nesta fase do curso, o aluno é categorizado frente a federação como “AI” (aluno em instrução). Os primeiros 6 saltos são os chamados “saltos enganchados”, onde uma “fita”,onde uma extremidade fica presa ao pára-quedas e outra na aeronave, assim, quando o aluno salta, ele se abre automaticamente. O aluno saltará com o equipamento“Student” o qual possui obrigatoriamente, todos os dispositivos de segurança para saltos de instrução e uma navegação mais lenta.
Aprovado nesta fase inicial, o aluno começará a realizar saltos em queda livre seqüencialmente de alturas maiores, até chegar a altura de lançamento de 11.000 pés. Aproximadamente 50 (segundos) segundos em queda livre.
Durante boa parte do curso, o aluno conta com dois instrutores, um em vôo para auxilio no salto e um em solo para navegação.
Requisitos para o curso:
- Ter no mínimo 15(quinze) anos de idade, com a autorização expressa dos pais ou responsáveis.
- Apresentar atestado médico informando aptidão para prática de pára-quedismo.
- Assinar ficha de cadastro e termo de responsabilidade.
os objetivos do curso são:
- Realizar queda livre com domínio dos eixos vertical e horizontal.
- Acumular um mínimo de 5(cinco) minutos de queda livre.
- Realizar seu próprio lançamento e pousar no mínimo a 50(cinqüenta) metros do ponto previsto para a aterragem em 3(três) saltos.
- Demonstrar habilidade para dobrar seu próprio pára-quedas principal
- Saber realizar as inspeções obrigatórias dos equipamentos antes do embarque.
- Ter no mínimo 80%(oitenta por cento) de acertos no teste escrito.
Progressão
NÍVEL I – Familiarização com o equipamento: 3(três) saltos enganchados a 4.000pés.
NÍVEL II – Simulação de comando: 3(três) saltos enganchados a 4.000pés, realizando manobra com falso punho.
NÍVEL III – Queda livre (com assistência direta do instrutor): 10 saltos livres divididos em:
-> 2 saltos com retardo de 05 segundos a 5500pés;
-> 2 saltos com retardo de 10 segundos a 6000pés;
-> 2 saltos com retardo de 15 segundos a 7000pés;
-> 2 saltos com retardo de 20 segundos a 8000pés;
-> 2 saltos com retardo de 30 segundos a 10000pés.
Se aprovado, o aluno passa a ser considerado Categoria “A”, e torna-se um atleta autorizado a saltar por conta própria
Aposto que você achava que era uma coisa de outro mundo, simples né? bora cheirar nuvens?


























