Posts com a Tag ‘bike’
Fechando o ano radical
Salve radicais,
Infelizmente, 2010 não foi um ano como eu esperava no aspecto radical. Devido a N fatores, tive que deixar tanto minha vida adrenada, quanto esse blog em segundo ou terceiro plano, visitei o céu poucas vezes e curti menos momentos do que eu gostaria.
mas 2011 está aí, e com o ano novo, sempre existem novas esperanças, e a minha é de poder mergulhar fundo nesse mundo que tão bem me faz.
Desejo a todos vocês que acompanham nosso trabalho/prazer, esse que embora tenha sido pequeno, foi importante para nós, um feliz natal e acima de tudo um feliz ano novo, cheio de alegrias, realizações e muita adrenalina, é o que o EsportesRadicais roga a vocês.
E para fechar o ano, um video que mostra pessoas radicais, loucas, aventureiras, que se superam e que sentem, talvez por aquele único momento, talvez sempre, o que é ter o corpo faiscando adrenalina.
Lembrem-se “Aqueles que são considerados loucos por tentar mudar mundo, são os que de fato os fazem” (creditos da frase: extremos)
Adrenaline !!!!
Freeride – mais um video
Pessoal,
Ainda sem tempo para atualizar por aqui, então lá vai mais um video de MB.
Mas em breve (espero), estou de volta.
downhill freeride
Video de uma gurizada que manda muito bem
Downhill – Descidas e velocidade com montain bike
“Descer a toda com uma bike”
Downhill é uma modalidade do “montain bike” onde se desce o mais rápido possível um trajeto. Esses trajetos são bastante variados, muito
íngremes (alguns quase verticais o.0) e exigem muita técnica e conhecimento da modalidade, possuem muitos obstáculos como galhos, pedras soltas, buracos, raízes, pontes, etc. São pistas extremamente rápidas, chegando a passar dos 90 km/h na bike.
Feitas em morros e montanhas, o desgaste físico é grande em função da concentração exigida, e geralmente, do grande esforço para chegar ao início do trajeto (tudo que desce, um dia subiu hehe).
Pela necessidade de peças muito boas e resistentes, as bicicletas usadas na prática do DH são caras, e pesam em média 20 kg. Para que a descida não se torne suicídio, é preciso ter atenção a alguns ítens na bike:
Quadros: Devem aguentar impactos muito fortes, a probabilidade de queda é grande e o número de saltos e obstáculos são maiores ainda.
Suspensão: O ideal é ter suspensão dianteira e traseira, com recuo mínimo de 180mm, as “pauladas” nos saltos e obstáculos são muito fortes e se a suspensão não for boa, você vai sentir o impacto e a chance de cair aumenta muito.
Freios : Devem ser a disco com acionamento hidráulico, a pressão exercida sobre eles é alta demais e freios com cabos não são boas opções.
Pneus: Diferem de acordo com o terreno, mas geralmente são largos e com boa aderência.
Cambio: Não existe o câmbio dianteiro. No seu lugar é instalado uma guia de corrente, que tem a missão de manter a transmissão funcionando apesar de todas as trepidações que a pista transmite à bike (wikipédia)
Deve ser observada a geometria e a posição do quadro, para se adaptar ao terreno, ela é mais alta na frente e inclinada atrás, desse modo provavelmente você cai menos.
A segurança do atleta é muito importante também, são usados capacetes com proteão para o queixo e para o pescoço (aqueles parecidos com de moto), joelheiras e caneleiras em conjunto, cotoveleira, proteção nas costas e no peito e óculos (sim, voce fica parecendo um motoqueiro). Mas todos os itens são de extrema importancia dada a periculosidade do esporte.
Seguindo bem estas regras e treinando muito, você pode ter experiencias fantasticas com o DH, em suma, ele é adrenalina pura =)
Se alguem tiver mais informações, e souber de marcas e modelos de bikes e equipamentos bons para DH, é só avisar.
Google maps disponibiliza serviços de rotas para ciclistas.
Pelo que eu entendi, por enquanto serviço esta disponivel apenas para cidades americanas, tentamos traçar uma rota aqui e não funcionou
—-
O Google divulgou nesta quarta-feira (10) o lançamento de um novo indicador no Google Maps para caminhos feitos com bicicletas. De acordo com o blog da empresa, agora os usuários poderão escolher as rotas na nova categoria em 150 cidades norte-americanas.
Segundo a empresa, os mapas virtuais mostram as ciclovias que os usuários podem acessar, dependendo da região em que estão. Para encontrar as informações, o internauta precisa apenas escolher a opção “bicycling” (“de bicicleta”, em português) no menu “Get Directions” (“como chegar”, em tradução livre).
A gerente de produtos do Google Maps, Shannon Guymon, explicou no blog que é possível encontrar rotas mais eficientes, encontrar vias sem subidas ou ainda personalizar o caminho. “Isso pode ajudá-lo a ter um senso melhor da rota ou permitir achar trilhas na vizinhança para um passeio de lazer”, afirma.
Para calcular o tempo de viagem, vários fatores foram levados em conta, como o tipo de terreno, piso e a quantidade de curvas do percurso. O usuário pode ainda ter informações sobre ciclovias, clicando na opção “more” e marcar “bicyclig”, onde aparecem linhas que indicam as faixas em cada cidade.
Fonte: http://www.band.com.br
Cicloturismo
O cicloturismo é um esporte que está cada vez mais difundindo no Brasil, e basicamente trata-se de viajar com sua bike pelo mundão a fora.
Escolhido um ponto de partida e de chegada, basta depois só colocar o pedal na estrada. Mas, lógico, com muito estudo e cuidado, para não sermos pegos de surpresa.
São muitos os preparativos que devem ser feitos para garantir uma boa e tranquila viagem. Claro que muita gente que ouve você falar como irá viajar, já diz que você é louco! Tá, não vou negar; até porque de louco e médico, todos temos um pouco.
Mas alguns dos preparativos que deve ser feito antes da “aventura”:
- Ferramental necessário para possíveis reparos;
- Bike em perfeitas condições, devidamente revisada;
- Alimentação;
- Hidratação.
Essa lista de itens pode aumentar, dependendo do modo como deseja viajar. Acomodação, refeição e higiene, tudo isso é necessário ser averiguado, dependendo da modalidade. Se for mais preguiçoso, pode dormir em hotéis e fazer as maiores refeições em restaurantes, então a bagagem será bem menor.
Alguns relatos de uns loucos um pouco mais “pesados”, que – digamos – chegaram ao extremo de sua “loucura”, são o Antonio Olinto e também o Arthur Simões, que deram a volta ao mundo e dividem um pouco de sua cicloviagem em formato de relatos nos sites e também livros.
Montain Bike
“Uma mistura dos sentidos da adrenalina a exaustão, do desafio ao cansaço, da “lama ao caos, do caos a lama”.
Bem vindos ao Montain Bike, umas das várias categorias esportivas radicais as quais podemos realizar com “Bikes”. Nascida por volta de 1950 na california, foi concebida por alguns ciclistas e surfistas que queriam um desafio diferente dos que estavam habituados (na real, acho que eles queriam algo pra fazer em dias sem ondas).
Basicamente, o esporte consiste em descer morros e tranpor trilhas em fazenda, montanhas e outras com diversos obstaculos (lama, riachos, rampas, etc) em uma mistura de agilidade, preparo fisico e uma paixão desafios.
Existe a necessidade do praticante conseguir fazer pequenos reparos na bike sozinho, pois é comum pneus furarem e uma ou outra peça se soltar devido ao grande esforço ao qual são submetidas.
Temos várias modalidades como cross country, trip-trail, Downhill, Free Ride, 4X, Trial, BMX, Enduro de regularidade, Rampage, etc.
As bikes para esses esportes diferem das comuns, você não pode comprar uma dessas simples e se enfiar nas trilhas, pois você terá muitos problemas,além de ser perigoso ( e como já falei em outros posts, em esportes radicais a segurança é tudo). Alguns exemplos de modificações são pneus, amortecedores, guidão, aros e relação de marchas (ok, a bike inteira rs).
Esse esporte cresceu muito no brasil e cada vez mais adeptos estão surgindo, vários sites descrevem trilhas, eventos e outras informações utéis para sua pratica.
“Quem anda de bicicleta, nunca esqueçe”, então, que tal relembrar um pouco? Let’s go…















